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Oficina de Projetos de Economia Solidária teve seu primeiro encontro no Cefet -Maracanã

  • Foto do escritor: Economia Solidária
    Economia Solidária
  • 16 de ago. de 2018
  • 2 min de leitura

Em Julho de 2018, a Seção de Economia Solidária da Superintendência Regional do Trabalho do Rio de Janeiro abriu inscrição para a I Oficina de Projetos de Economia Solidária, que tem como objetivo formar empreendimentos econômicos solidários, representantes de fóruns, entidades de apoio e fomento à economia solidária e secretarias municipais para a elaboração de projetos na área da economia solidária.

Esta iniciativa se deve a uma percepção de que existem demandas dentro do movimento de economia solidária que poderiam ser contempladas com recursos de projetos, mas que muitas vezes isso não acontece devido ao desconhecimento ou à indisponibilidade para redigir um projeto a ser submetido a editais ou apresentado a apoiadores.

Desse modo, a oficina buscas instrumentalizar esses coletivos e dar a eles protagonismo para apresentação de projetos e possível obtenção de recursos.


O primeiro encontro da oficina ocorreu nesta ultima segunda feira, dia 13 de agosto, e teve a proposta de conhecer os coletivos presentes, seus trabalhos e suas expectativas com o curso e refletir sobre o que é um projeto de economia solidária.


Serão um total de 5 encontros quinzenais, durante os meses de agosto, setembro e outubro, nos quais serão tratados cada elemento de um projeto de economia solidária e o desenvolvimento dos projetos junto com os coletivos participantes.


A ideia é que ao final, os coletivos saiam com projetos pré-finalizados para submeterem a editais de apoio feitos por fundações (FBB, Fundação CASA, etc), cooperação internacional, empresas publicas ou emendas parlamentares que gerem convênios para execução desses projetos.


Entendendo que os empreendimentos e coletivos são os que mais sabem das suas dificuldades, a oficina de projetos em economia solidária tem como objetivo fornecer ferramentas que ajudem a solucionar os problemas comuns desses grupos, como sua formalização enquanto empreendimentos, sua estrutura de comercialização e escoamento da produção, e as dificuldades para lidar com a burocracia.













 
 
 
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Site mantido pelo Núcleo de Economia Popular e Solidária da Superintendência do Ministério do Trabalho e Emprego no RJ e pelo Fórum Estadual de Economia Solidária do Rio de Janeiro (FEES-RJ)

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